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ISSO É UM COMERCIO

2 de out. de 2015

Quando você pensa que já viu de tudo um pouco....

A PRIMEIRA OPERADORA EVANGELICA DO MUNDO FOI LANÇADA NO BRASIL

isso mesmo que você leu....kkkk


Confira na integra a matéria que o site GALILEU


A SORRIDENTE CLÁUDIA CÉZAR, UMA DAS PRIMEIRAS VENDEDORAS, ESTÁ ANSIOSA PARA COMEÇAR A VENDER OS CHIPS (FOTO: JOÃO MELLO BOURROUL)


Milhares de homens de terno, barba bem feita e bíblia em cima do colo levantam os braços e gritam amém. Faz calor e não é possível encontrar uma única mulher entre os cinco mil cocurutos masculinos que se espalham pelos bancos do templo. “Nós esperamos, amados, que a Mais AD seja uma benção para todos nós!”, diz o pastor, um senhor de semblante curvado e aspecto frágil. Uma salva de palmas formaliza o fim do culto e dezenas de pessoas de colete azul são convidadas a subir ao palco e tirar uma grande foto com o pastor, que permanece atrás do púlpito. O pastor em questão é José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, e as pessoas de colete azul são os primeiros vendedores da Mais AD, a única operadora de celular destinada aos membros da Assembleia de Deus. 

O anúncio foi feito nessa quinta-feira (1) em um templo no bairro do Belém, zona leste de São Paulo. A ideia da Mais AD, sintetizada no slogan “Deixe a fé falar mais alto”, é aproveitar o entrosamento do povo brasileiro com tablets e smartphones para evangelizar através das plataformas digitais. “Admiro o pastor por ter colocado a Assembleia de Deus dentro da revolução tecnológica”, disse à GALILEU Raul Aguirre, diretor-geral da nova operadora. 

Analisando os números, a Mais AD parece ser aquele tipo de coisa que não tem como dar errado. “Todos os municípios do Brasil têm uma Assembleia de Deus. E quase todas as vilas também”, afirma o pastor José Wellington. O número de membros da Assembleia varia entre 18 e 25 milhões de brasileiros, dependendo de quem fornece o dado – ao todosão cerca de 40 mil templos em território nacional. A equipe inicial é formada por sete supervisores e 45 vendedores em stands exclusivos – aqueles do colete azul – todos membros da igreja. Além disso, haverá 400 colaboradores voluntários que farão a venda dos chips de porta em porta. É irmão vendendo para irmão.
O PASTOR JOSÉ WELLINGTON SORRINDO DURANTE ENTREVISTA APÓS O CULTO DE LANÇAMENTO DA MAIS AD (FOTO: JOÃO MELLO BOURROUL)


Uma dessas vendedoras é a gestora de RH Cláudia Cézar, de 35 anos. Cláudia frequenta a igreja desde criança e começou a se interessar pelos cultos por causa do pai. “É legal porque estou usando uma ferramenta da religião que acredito, é como se eu vestisse a camisa da empresa em que eu trabalho”, explica. “Meus amigos da igreja também vão comprar o chip, isso vai ser fácil”. 

O chip custará R$ 9,90 e os pacotes mensais saem a partir de R$ 19,90 (pacote de internet de 400MB) e vão até R$ 24,90 (600MB). Quem compra o chip pode acessar serviços pensados exclusivamente para esse público: calendário interativo de eventos, endereço das congregações, resumo de notícias diárias, mensagens evangelizadoras, testemunhos inspiradores de outros clientes e até pedidos de oração para que um pastor reze por um determinado desejo ou necessidade do portador do chip. “Dá mais confiança pra gente na hora de acessar os conteúdos”, diz Cláudia. 

Os chips começam a ser vendidos no dia 5 de outubro e a projeção da Mais AD é ambiciosa: conseguir um milhão de usuários já no primeiro ano e, até 2025, ser a maior operadora de telefonia móvel do país, superando inclusive a própria Vivo, empresa que credencia os serviços prestados pela mais AD. O valor do investimento para a criação da empresa não foi revelado, mas uma coisa é certa: não há restrições para quem é de fora da congregação. “Isso é um comércio”, finaliza o pastor José Wellington com um sorriso no rosto.



Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/2015/10/primeira-operadora-evangelica-do-mundo-foi-lancada-no-brasil.html
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E carne oferecida ao diabo? Posso comer?

23 de nov. de 2013




Muitos cristãos enfrentam dúvidas sinceras convivendo com a cultura que os cerca. Posso isso? Posso aquilo? É pecado aquilo outro? Dependendo da cultura, as perguntas variam, mas no fundo todas elas são resultado do fato que nem sempre a linha que divide o certo do errado é muito clara. 

Paulo enfrentou um caso destes na igreja de Corinto. Havia festivais pagãos oferecidos aos deuses nos templos da cidade, onde se sacrificavam animais e se comia a carne deles. Fazia parte da cultura pagã daqueles dias. Os novos convertidos de Corinto, grande parte deles ex-idólatras (1COR 6:9-11), estavam cheios de dúvida se podiam ao menos comer carne, pois sempre corriam o risco de, sem saber, estarem comendo a carne de algum animal que havia sido oferecido aos ídolos e aos demônios. 

Eles haviam discutido o assunto e se dividiram em dois grupos: os “fortes,” que achavam que podiam comer, e os “fracos,” que achavam que não e preferiam ficar com os legumes (leia 1Co 8—10 para ver o contexto). E mandaram uma carta a Paulo sobre isto (1Cor 8:1). Eram os crentes livres para comer carne mesmo correndo este risco? A resposta de Paulo foi tríplice:

1) O crente não deveria ir ao templo pagão para estas festas e ali comer carne, pois isto configuraria culto aos ídolos e portanto, idolatria. É referindo-se a participar do culto pagão que ele diz “não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios” (1Cor 10:19-23). 

2) O crente poderia aceitar o convite de um amigo pagão e comer carne na casa dele, mesmo com o risco de que esta carne tivesse sido oferecida aos ídolos. E não deveria levantar o assunto. Se não houvesse ninguém que levantasse a questão e ninguém que fosse se sentir ofendido, o crente poderia comer a carne oferecida por seu amigo descrente. Se, todavia, houvesse alguém presente ali que se escandalizasse, o crente não deveria comer. A proibição de comer não era porque era pecado, mas porque iria ofender o irmão de consciência débil e fraca que porventura estivesse ali também, como convidado (1Cor 10:27-31).

3) E por fim, Paulo diz que o crente pode comer de tudo que se vende no mercado sem perguntar nada. O argumento dele é que a terra e a sua plenitude – isto é, tudo o que Ele criou – é de Deus e intrinsecamente bom, se usados corretamente. (1Cor 10:25-26). 

Mais tarde, ele escreve a Timóteo criticando os que “exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado” (1Tim 4.3-4).

Parece claro que o raciocínio de Paulo é que a carne só se torna anátema e proibida para o crente enquanto estiver no ambiente pagão de consagração aos ídolos. Uma vez que a carne saiu de lá e foi para o açougue e de lá para a mesa do crente ou do seu vizinho descrente, não representa mais qualquer ameaça espiritual. De outra forma, Paulo não teria permitido o seu consumo em casa e na casa de um amigo. A restrição é somente no ambiente de culto e consagração pagã.

Alguns dos coríntios, para não arriscar, tinham preferido só comer legumes, com receio de ficarem contaminada com os demônios a quem a carne teria sido oferecida: “o débil come legumes” (Rm 14.2). Paulo certamente preferia que os crentes da cidade seguissem o caminho dos que ele chama de “fortes,” que é daqueles que já aprenderam que só há um Deus e um Senhor e que tudo é dele. A Igreja não pode ficar refém da ética dos “débeis”, pois inevitavelmente descamba para o legalismo. Mas, ele admite que “não há este conhecimento em todos” (1Co 8.7) e determina que, em amor e consideração a estes irmãos, haja respeito e consideração uns para com os outros.

Em resumo: à exceção dos churrascos nos templos pagãos, os crentes podiam comer em casa carne comprada no mercado, e na casa de amigos descrentes quando convidados. Quem não se sentisse a vontade para fazer isto, por causa da consciência, que comesse legumes. Não havia problemas, desde que não condenassem os que se sentiam tranquilos para comer carne. E estes, não deveriam zombar e desprezar os outros.


Por: Rev. Augustus Nicodemos

Fonte: https://www.facebook.com/AugustusNicodemusLopes/posts/631439146908500

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EXAMINE SE

2 de ago. de 2013



Durante muito tempo entendi o "examine-se o homem a si mesmo e assim coma desse pão e beba desse cálice" como uma ameaça, um convite a rever pecados antes da ceia e, se a coisa estivesse "feia", nem pensar em cear...
 
Quanto tempo perdido!
 
Quanta distância da Graça!
 
O "examine-se o homem a si mesmo" é um convite maravilhoso.
 
Primeiro porque ninguém tem a autoridade de lhe examinar. Não há ninguém que possa dizer a ninguém "você não pode tomar parte da mesa"... é um convite a reconhecer-se autônomo diante de Deus, totalmente livre do exame da religião ou de qualquer um que se arvore "autoridade" nesse momento...
 
Segundo porque é um convite contínuo: "examine-se... coma... beba..." Em momento algum diz para examinar-se e não comer ou não beber...
 
E é um convite para a mesa... para a comunhão... para o Corpo.
 
Ninguém, repare bem, ninguém tem autoridade para tira-lo ou priva-lo desse momento...
 
Alguns podem dizer: "mas a continuação do versículo fala sobre aquele que come e bebe indignamente" 
 
Correto! Mas quem come e bebe indignamente é justamente aquele que não reconhece que esse momento é o momento do corpo, e não de uma parte dele apenas.
 
Come e bebe indignamente aquele que recusa servir pão e vinho a quem quer que seja, arrogando para si o direito de julgar quem é e quem não é corpo.

Portanto, a mesa é um convite estendido a todo aquele que chegar. Há pão e vinho para todos... para os doentes... os pecadores... os sem-jeito... os sem-solução... os intocáveis... os párias... as prostitutas... os gays... os homofóbicos... os santarrões... os sem-noção... há inclusive pão para mim e você!

Pode chegar... o amor venceu!

Por Jose Barbosa Junior